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Famílias felizes

Natália Fialho Telm. 960047000
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Famílias felizes - Artigos www.familiasfelizes.com
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Apoio parental

O apoio parental pode ser útil para situações complicadas e/ou que se arrastam ou quando é preciso um ombro amigo para voltar a ganhar alguma perspectiva :)

Comportamentos difíceis, adolescência, disciplina, problemas na escola, problemas de comunicação, questões acerca do ensino doméstico, a partilha da cama, etc.

Para mais pormenores peço para entrar em contacto comigo ou ligar-me para o 960047000.

 

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Como funcionam os cursos virtuais?

Os cursos virtuais funcionam em horário livre. Isto significa que tanto faz aceder às 7h da manhã ou às 22h da noite.

Os cursos contém normalmente textos de apoio (sobre vários tópicos relacionados com o curso, normalmente 1 texto por semana) e um fórum para a troca de ideias, convívio e para a apresentação de dúvidas. Em alguns cursos existem exercícios para aprofundar a aprendizagem.

Não existe avaliação de forma alguma, eu costuma dar feedback e responder às perguntas/dúvidas colocadas.

Se quer experimentar um curso e/ou a plataforma antes de se comprometer basta contactar-me e eu possibilito o acesso ao curso/a plataforma de e-learning para ver se aquilo é ao seu gosto ;)

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Descrição dos cursos virtuais

Para saber mais contacte-nos

«De coração aberto...» A comunicação não-violenta em ambiente familiar

1) (Uso do) Poder Parental
2) Além do "medir forças"
3) Ouvir o "sim" (escondido) dentro do "não"
4) Uso protector da força
5) CNV e a comunicação não verbal
6) Mediação (de conflitos) entre crianças
7) Elogios
8) Começar a integrar a CNV na vida (familiar)


«Disciplina positiva»

Este curso tem a duração é de 8 semanas e o objectivo é o de esclarecer sobre o que é a Disciplina Positiva e como se aplica (ferramentas para situações reais), quais as diferenças e/ou vantagens perante outros métodos disciplinares na educação das crianças e como aproveitar a Disciplina Positiva para melhorar ainda o relacionamento com os seus filhos, sejam eles bebés ou adolescentes.


«Amar os nossos filhos incondicionalmente»

Alfie Kohn defende no seu livro que o amor incondicional é a prenda mais bela que podemos dar aos nossos filhos e ele baseia-se em estudos científicos. Um curso que vai mudar a sua maneira de ver o mundo ;).
(Unconditional Parenting de Alfie Kohn)


«Educar a brincar»

Neste curso abordamos a importância da brincadeira no relacionamento com os nossos filhos e aprendemos a resolver assim problemas comportamentais e ajudamos às crianças a desenvolverem uma maior auto-confiança.
Duração: 8 semanas


 

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Testemunhos

Carregue aqui para ler uma breve descrição dos cursos ou para entrar em contacto comigo carreque aqui


«Caminhaste comigo e mais do que me dar respostas ensinaste-me a descobri-las dentro de mim. Sem sombra de dúvidas que se pudesse andava contigo para todo o lado e partilhava-te com todas as pessoas que precisam de orientação e que alguém as oiça.
Aproveito para te dizer mais uma vez que te agradeço do fundo do coração pois naquele momento só tu me conseguiste dar a mão.» - C.B. (acerca de um acompanhamento personalizado por e-mail)


«Tem sido muito importante para mim e para a minha família aprender os meios que me permitem educar sem violência de nenhum tipo, respeitando aqueles que mais amo, não caindo na permissividade nem no autoritarismo. É muito bom ter opções, e os cursos do Famílias Felizes permitem-me ter opções. A partilha com outras famílias ajuda-me a não me sentir sozinha. A partilha com outras famílias ajuda-me a não me sentir sozinha. O apoio da moderadora tem sido de um valor inestimável, porque me ajuda a ver sempre o que pode estar por detrás de determinado comportamento de um filho, sem nunca esquecer aquilo que eu possa estar a sentir perante esse mesmo comportamento. Para além de tudo, os cursos da Famílias Felizes abriram-me as portas para uma nova área de conhecimento e desenvolvimento pessoal (e familiar), e fez-me conhecer autores e linhas de aprofundamento do tema da educação que eu estou a adorar.» - D.C. (acerca do curso sobre Disciplina Positiva e um troca de e-mails)


«O curso de Familias Felizes foi uma experiência que me fez pensar, questionar, quase como se estivesse a "partir pedra", novos conceitos, novas formas e perspectivas de olhar para palavras que antes atribuía um significado e depois do curso outro muito diferente. Ajuda-nos a realizar uma viagem interior e aumenta o nosso conhecimento sobre nós, sobre a nossa familia.»- S.B. (»De coração aberto...» A comunicação não violenta na vida familiar)


«O curso foi uma revelação! Às vezes temos ideias preconcebidas acerca de como ser um bom progenitor, e é edificante  termos acesso a outro ponto de vista, a outra perspectiva. Este curso ensinou-me a ver a minha filha com outros olhos.» - L.C.


«Fiz o curso de Disciplina positiva, tinha o meu filho cerca de 7/8 meses e foi um abrir de olhos muito grande, sentia-me muito vulnerável e foi um grande apoio. Agradeço pela experiência, pelo facto de me ter dado a oportunidade de perceber quem eu era como pessoa, e depois mãe. Compreender-me a mim própria foi um passo importante para compreender as minhas atitudes menos boas, aceitá-las, e melhorar de forma a agir melhor, perante a minha inexperiência de mãe de um primeiro filho, com todas as dúvidas, medos e inseguranças, e pensava eu, sozinha. Descobri outras mães, outras questões, que me fizeram pensar e compreender o verdadeiro entendimento para o futuro. Um Muito Obrigada, fazia outro curso, aliás já tenho saudades!»- C.A. (Disciplina Positiva)


«Os cursos das Famílias Felizes, despertaram em mim uma consciência maior do outro e desta forma de mim mesma. Estou muito mais presente nas minhas intenções e na forma como lido comigo e com os outros.»- C.F. (Disciplina Positiva)


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Visão & Missão

Este texto está sujeito a alterações constantes (devido ao meu crescimento pessoal ;)), contudo quero partilhar já este esboço com quem estiver interesse no assunto...;)

Visão

A minha visão é um mundo onde as necessidades de todos os seres sejam consideradas e se possível atendidas com compaixão e de forma pacífica. Um mundo cheio de compaixão e empatia, onde ninguém é julgado ou rotulado.

Missão

A minha missão é contribuir, entre outros com as ofertas das «Famílias felizes», para essa visão e ao viver em atenção plena (mindfulness) e com presença o maior número de momentos possível em conformidade com os meus valores, entre eles o amor (incondicional), a compaixão e a empatia. Facilitar relações interpessoais que fortalecem a capacidade das pessoas a viver com uma atitude de compaixão e empatia com eles próprios e uns com os outros, partilhar recursos, e para resolver conflitos.

Valores ou a minha abordagem

....em breve, tenho aí a minha frente um momento para viver ;)

 

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Comunicação compassiva, autêntica e assertiva

Comunicação compassiva, autêntica e assertiva

Os 4 componentes

O processo da comunicação não violenta divide-se em 4 componentes:
1) Observação
2) Sentimentos
3) Necessidades
4) Pedido

Os 4 componentes ajudam-nos a::
1) expressar o que sentimos e o que precisamos para enriquecer a vida;
2) ouvir a outra pessoa empaticamente, ajudando-a a perceber o que sente e precisa para enriquecer a vida.

Na comunicação não violenta partimos do princípio de que todos os seres humanos têm as mesmas necessidades básicas e que o ser humano gosta de dar naturalmente. Isto é, fazer algo por alguém com gosto, sem querer nada em troca - a isso chamamos dar naturalmente.
Provavelmente todos nós conhecemos essa sensação boa que surge quando damos de livre vontade, sem querer algo em troca, e é disso que a comunicação não violenta fala.

Por isso, quando começamos a integrar a comunicação não violenta nas nossas vidas, ao pedir algo a alguém ou quando alguém nos pede algo a nós, tentamos tomar o seguinte em consideração:

Peço para fazeres o que te pedi, apenas e só, se puderes fazê-lo com a alegria de uma criança a dar de comer a um pato esfomeado.
Peço para não fazeres o que te pedi se tiveres a mais pequena ponta de medo de seres castigado se não o fizeres.
Peço para não fazeres o que te pedi para comprares o meu amor, isto é, achares que te amo mais se o fizeres.
Peço para não fazeres o que te pedi se te sentires culpado se não o fizeres.
Peço para não fazeres o que te pedi se te sentires envergonhado se não o fizeres.
E certamente, peço para não fazeres o que te pedi por alguma sensação de obrigação ou dever.

A Intenção

A intenção ao vivermos a comunicação não violenta é de criar uma ligação de qualidade connosco próprios e com os outros, que nos faz dar naturalmente (com compaixão) o que nos é pedido. No caso de termos alguma necessidade nossa que nos impeça de atender esse pedido, transmitimo-la e procuramos uma solução que inclua as necessidades de todas as pessoas envolvidas.

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Consultas

As consultas podem se realizar em Alcabideche ou à distância (por email,  Skype ou telefone fixo).

Cada consulta tem a duração de 50 min. e o preço de cada consulta é de 40€.

Existe a possibilidade de um acompanhamento contínuo que tem um custo de 30€/mês e que inclui uma troca de 5 a 7 emails (tempo máx. de resposta 24h, excepto aos Domingos) ou por mensagens escritas (msn, messenger, gmail, skype etc). As condições mais pormenorizadas podem ser consultadas por email.

Para me contactar carregue aqui.

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Educar a brincar

Educar a brincar


“Educar a brincar” é mais do que apenas brincar com os nossos filhos, podemos interagir em modo de brincadeira a todos os níveis, seja a falar sobre as tarefas, a praticar desporto, a fazer os trabalhos de casa ou mesmo a ensinar algo sobre a interacção em comunidade e responsabilidade.

A brincadeira serva para comunicar, experimentar e aprender e quando uma criança não brinca ou não quer brincar, reconhece-se facilmente que se torna “ansiosa”, como um adulto que não pode falar ou trabalhar.

Enquanto brinca a criança tem toda a liberdade de ser ela própria, ou pode escolher ser outra personagem, enquanto brinca a criança experiência a liberdade.

A brincar, as crianças podem experimentar como é “ser adulto/grande”, os comportamentos e capacidades, igualmente como os leões bebés e outros animais quando lutam a brincar.

A brincadeira também serve para estabelecer e restabelecer proximidade/ligação.

Uma criança que, apesar de o já saber, não se quer vestir sozinha, pode até pensar que o pai ou a mãe estão a ser ”maus”, porque já não ajudam a vestir nem fazem companhia enquanto ela se veste. Os pais podem achar que a criança esta a fazer uma birra e que não quer cooperar. Em vez de admitir que quer companhia, a criança pode insistir em “não saber vestir-se sozinha”. Os pais podem ficar frustrados e sem saber o que fazer frente uma atitude dessas, além de pensar que têm mais que fazer de manhã.

A brincadeira ajuda a recuperar de situações stressantes, como p. ex. de uma situação na escola ou depois de uma visita ao médico onde a criança recebeu uma injecção. A criança, com uma brincadeira pode aliviar o stress, fazendo aos peluches e bonecas o que o que o medico/a enfª lhe fez a ela. Ao reverter os papéis ela pode restabelecer o sentido das coisas e o poder sobre o próprio corpo.

As vezes as crianças não querem brincar, preferem ficar sentadas no nosso colo a chorar e, recuperar assim, isto também é bom, mas ao mesmo tempo é bom estarmos atentos às possibilidades que as crianças nos dão ao convidar-nos para a brincadeira, quando elas nos convidam é porque elas gostavam mesmo que fizéssemos parte.

A brincar é que as crianças nós mostram o que sentem e precisam e é uma óptima oportunidade para nós adultos de aprendermos com elas.

Para saber mais entre em contacto comigo, através do geral (a) familiasfelizes.com

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Disciplina Positiva

O que é a Disciplina Positiva?

A disciplina positiva é uma abordagem que visa ensinar competências como a auto-disciplina, responsabilidade, cooperação e a resolução de problemas.

A disciplina positiva (firmeza com dignidade e respeito) rege-se por princípios de liberdade com ordem e opções limitadas e se orienta pelo mote podes escolher, dentro de limites que demonstrem respeito para com todos; o adulto e a criança decidem em conjunto as regras e, de acordo com o seu grau de maturidade, as soluções para os problemas; no caso do adulto decidir sem consultar a criança, usará firmeza com bondade, dignidade e respeito.

Na disciplina positiva coloca-se a tónica na cooperação, firmeza e respeito mútuo, reforçando-se sempre a dignidade da criança e a sua auto-estima; esta é incentivada a adquirir competências que a valorizem, a tornem mais consciente e responsável no seu comportamento e lhe permitam tornar-se independente. A base do controlo do comportamento é sempre interna – dai ser fulcral a criança participar na criação das regras em conjunto com o adulto, pois é a sua implicação no processo e a tomada de consciência da importância do seu papel que lhe aumenta o seu potencial para se relacionar de forma mais saudável consigo e com os outros.

A disciplina positiva diferencia-se quer da severidade, quer da permissividade em vários aspectos. Estas últimas implicam humilhação da criança, o que acarreta sentimentos de culpabilização, vergonha ou dor (física ou emocional). Acresce à permissividade a criação de uma co-dependência que impede a criança de se capacitar de modo saudável. Ambas as abordagens - permissividade e severidade – impedem o desenvolvimento do sentido de responsabilidade: a primeira por negar a responsabilização do adulto e da criança, e a segunda pelo facto da responsabilidade apenas ser atribuída ao adulto, o que conduz a que a criança não aprenda a ser responsável pelo seu próprio comportamento. O «castigo e a recompensa» é uma das técnicas mais recorrentes usada num contexto de controlo excessivo (severidade) e que acaba por conduzir à desresponsabilização da criança.

 

Para mais informações contacte-nos.

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Empa[terap]ia

Empaterapia

A empaterapia é um processo terapêutico que permite....

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